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VOCÊ É MINHA MÃE?
autoria: bechdel, alison | traduzido por: assis, Érico
Editora: QUADRINHOS NA CIA
ISBN: 9788535922783
Nº de páginas: 304
SOB ENCOMENDA mas fale com a gente

Em Fun Home, a graphic-novel que alçou Alison Bechdel ao estrelato nos quadrinhos, a autora falava da relação conturbada com o pai, um professor de literatura e gay enrustido que cuidava ainda de uma agência funerária situada na casa da família. A essa história, Bechdel intercalava a narrativa de suas descobertas intelectuais e sexuais – aos dezenove anos, a autora contou à família que era gay -, numa reflexão sobre gênero, família e morte. Fun Home acabou por se tornar um dos quadrinhos mais premiados da última década, tendo sido eleito livro do ano pela revista Time, a única HQ a receber a distinção.
Nesta continuação de Fun Home, Bechdel segue na trilha de seu passado, investigando agora a relação com a mãe, uma atriz amante de música e literatura presa a um casamento infeliz. Num relato emocionante e divertido,
a autora se debruça sobre o abismo que a separa de sua mãe – que parou de tocar
ou beijar a filh…

Em Fun Home, a graphic-novel que alçou Alison Bechdel ao estrelato nos quadrinhos, a autora falava da relação conturbada com o pai, um professor de literatura e gay enrustido que cuidava ainda de uma agência funerária situada na casa da família. A essa história, Bechdel intercalava a narrativa de suas descobertas intelectuais e sexuais – aos dezenove anos, a autora contou à família que era gay -, numa reflexão sobre gênero, família e morte. Fun Home acabou por se tornar um dos quadrinhos mais premiados da última década, tendo sido eleito livro do ano pela revista Time, a única HQ a receber a distinção.
Nesta continuação de Fun Home, Bechdel segue na trilha de seu passado, investigando agora a relação com a mãe, uma atriz amante de música e literatura presa a um casamento infeliz. Num relato emocionante e divertido,
a autora se debruça sobre o abismo que a separa de sua mãe – que parou de tocar
ou beijar a filha antes de dormir, “para sempre”, quando ela tinha sete anos – em busca de respostas e de novas perspectivas para o futuro de ambas. Combinando elementos tão díspares quanto a vida e obra do psicanalista Donald Winnicott, uma ilustração do Dr. Seuss e a própria (e monogâmica em série) vida amorosa, Bechdel persegue uma frágil e surpreendente trégua entre ela e a família.

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