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PACHA MANAS:
autoria: alegre, marina | isola, margherita
Editora: Editora Funilaria - Edicao de livros Ltda
ISBN: 9786584735088
Nº de páginas: 184.00
SOB ENCOMENDA mas fale com a gente

Pacha Manas: costurando conversas sobre aborto reúne mulheres, plantas e uma vontade amorosa e rebelde de criar espaços de diálogo, solidariedade, conhecimento e afeto para falar abertamente sobre aborto. Com a contribuição de mulheres de trajetórias múltiplas, este livro traz reflexões e conhecimentos sobre aborto, autonomia reprodutiva, patriarcado e cuidado.
Entrecortados por dados estatísticos que escancaram a urgência do tema, os textos deságuam em um Manifesto Poético que insiste e repete “Queremos tomar a palavra e falar de aborto!”. Um herbário de plantas abortivas, originalmente bordadas, junta-se às palavras conectando os corpos à natureza e aos saberes tradicionais.
Em muitos lugares as políticas de saúde pública se tornam cada vez mais autoritárias e com intuito de controlar em vez de promover a autonomia e as práticas preventivas e responsáveis de saúde dos corpos gestantes. Esse livro atende a…

Pacha Manas: costurando conversas sobre aborto reúne mulheres, plantas e uma vontade amorosa e rebelde de criar espaços de diálogo, solidariedade, conhecimento e afeto para falar abertamente sobre aborto. Com a contribuição de mulheres de trajetórias múltiplas, este livro traz reflexões e conhecimentos sobre aborto, autonomia reprodutiva, patriarcado e cuidado.
Entrecortados por dados estatísticos que escancaram a urgência do tema, os textos deságuam em um Manifesto Poético que insiste e repete “Queremos tomar a palavra e falar de aborto!”. Um herbário de plantas abortivas, originalmente bordadas, junta-se às palavras conectando os corpos à natureza e aos saberes tradicionais.
Em muitos lugares as políticas de saúde pública se tornam cada vez mais autoritárias e com intuito de controlar em vez de promover a autonomia e as práticas preventivas e responsáveis de saúde dos corpos gestantes. Esse livro atende a uma necessidade de enfrentar a violência com que o aborto é silenciado, invisibilizado e estigmatizado, e de coletivizar as lutas, os sentires e as esperanças.

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