
Frases de Imprensa: “Livro recupera frases e momentos marcantes de Aracy de Almeida (…) As diversas frases selecionadas por Logullo revelam como Aracy foi uma mulher moderna, à frente de seu tempo” – (O Estado de S. Paulo) “‘Aracy de Almeida – Não tem tradução’ traz coletânea de depoimentos, entrevistas e frases de efeito da cantora, que foi de musa de Noel Rosa a jurada rabugenta de Silvio Santos” – (Marie Claire) “Logullo vê Aracy como um ser de modernidade intuitiva, uma bolacha fina para as massas, mais que isso, a encherga como uma contrapartida feminina para o malandro do morro, o camarada maltratado que se reafirma ostentando ‘coragem, perspicácia, manha, estilo’” – Barbara Gancia (Folha de S. Paulo) “É impossível não rir com as tiradas de Aracy” – Paulo Cavalcanti (Rolling Stone) Eduardo Logullo fala de seu livro Aracy de Almeida no Arte 1 “Mas como todas nós, Aracy não era…
Frases de Imprensa: “Livro recupera frases e momentos marcantes de Aracy de Almeida (…) As diversas frases selecionadas por Logullo revelam como Aracy foi uma mulher moderna, à frente de seu tempo” – (O Estado de S. Paulo) “‘Aracy de Almeida – Não tem tradução’ traz coletânea de depoimentos, entrevistas e frases de efeito da cantora, que foi de musa de Noel Rosa a jurada rabugenta de Silvio Santos” – (Marie Claire) “Logullo vê Aracy como um ser de modernidade intuitiva, uma bolacha fina para as massas, mais que isso, a encherga como uma contrapartida feminina para o malandro do morro, o camarada maltratado que se reafirma ostentando ‘coragem, perspicácia, manha, estilo’” – Barbara Gancia (Folha de S. Paulo) “É impossível não rir com as tiradas de Aracy” – Paulo Cavalcanti (Rolling Stone) Eduardo Logullo fala de seu livro Aracy de Almeida no Arte 1 “Mas como todas nós, Aracy não era uma só: era uma mulher multi-facetada e cheia de talentos e é isso que o livro ‘Aracy de Almeida: Não tem tradução’ (o título faz menção a uma de suas canções mais famosas), do jornalista Eduardo Logullo e publicado pela editora Veneta, revela, entre outras coisas. O livro é extremamente leve e gostoso de ler, não se trata de uma biografia minuciosa, tampouco de uma análise acadêmica de sua obra. Ele constrói, através de aforismos, frases, piadas, causos e letras de músicas, a figura da sambista e seu impacto para sua época” – Gabriela Franco (Minas Nerds) “A genial Aracy de Almeida voltou às bocas com o livro de Eduardo Logullo, contando suas melhores histórias” – Cristina Ramalho (Dringue) “Aracy de Almeida: a fina flor da fuleiragem” – Audaci Junior (Jornal da Paraíba) “Além de apresentar fatos da vida da artista em um formato dinâmico, que torna a leitura divertida e fluida, Eduardo Logullo acaba também oferecendo um panorama rico dos personagens que atuaram no nascimento da música popular brasileira e na elevação do samba ao status de emblema da identidade cultural brasileira.” – Andreia Santana (Mar de Histórias) “Livro de Eduardo Logullo relembra a trajetória de Aracy de Almeida. Mulher à frente de seu tempo, a carioca é uma das personalidades mais marcantes da música popular brasileira” – Angela Faria (UAI) “É uma biografia diferente, formada por fragmentos. O que Aracy falou, em frases soltas, entrevistas, em bate-papos, o que escreveram sobre ela, recortes de jornais e revistas.” – José Teles (Jornal do Commercio) “O recém-lançado livro Aracy de Almeida – Não Tem Tradução, porém, ajuda a lembrar que aquela senhora de maus bofes também foi chamada com justiça durante décadas de ‘O Samba em Pessoa’” – Roger Lerina (Zero Hora) Eduardo Logullo entrevistado por Jacques de Beauvoir (Bahia Vitrine) “Mais uma contribuição para que Aracy de Almeida seja lembrada como ícone e mulher à frente do seu tempo” – Fabiano Alcântara (Virgula) “Ajudando a desvendar um pouco desta personagem fundamental do samba e da música popular brasileira do século 20.” – Gabriel de Sá (Correio Braziliense) “Biografia não convencional honra Aracy de Almeida” – Destak “Em Aracy de Almeida — Não Tem Tradução, Eduardo Logullo conta a história da cantora e seus “causos” em divertidos e envolventes fragmentos de texto. A abordagem é tão incomum quanto o legado de Aracy, o que faz todo sentido uma vez que este é compreendido.” – Caio Delcolli (Huffpost)